quinta-feira, 29 de março de 2012

1º de Julho

Eu vejo que aprendi
O quanto te ensinei
E é nos teus braços que ele vai saber
Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez
O que fazes sem pensar 
Aprendeste do olhar
E das palavras que guardei pra ti


Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim

Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes
Não me julgues, não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim


Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então


Sou fera, sou bicho

Sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha 

E não de quem quiser
Sou deus, tua deusa, meu amor


Alguma coisa aconteceu
Do ventre nasce um novo coração
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim


Não basta o compromisso

Vale mais o coração
Ninguém sabia, ninguém viu
Que eu estava ao teu lado então
Sou fera, sou bicho
Sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha 

E não de quem quiser
Sou deus, tua deusa, meu amor
O que fazes por sonhar
É o mundo que virá

Pra ti e para mim

Vamos descobrir o mundo juntos baby
Quero aprender com o teu pequeno grande coração
Meu amor

quarta-feira, 28 de março de 2012

Entre a mentira e a inverdade
Me vejo presa em soluços e solidão
Procuro a liberdade infundada
Fujo deliberadamente do perdão

sexta-feira, 23 de março de 2012

Remédio

Para a solidão, algumas companhias como remédio
Para as loucuras, procuro tempo e paz
Para as dores físicas, pomadas e pílulas
E enquanto essas dores permanecerem, me permito lembrar de você
Sem qualquer doçura, sem nenhum perdão
Me lembrarei por esses dias tudo que você se mostra nos piores momentos
E quando elas sararem, com alívio te deixarei partir
Nenhuma culpa pra me assombrar na sua ausência
Nem mesmo pela minha inocência exacerbada
Tirei essa roupa e nem me arrependo das vezes que te desculpei
Sei que elas foram pra mim, sei que vivi coisas boas
As ruins, assim como tudo na vida, passam
E se não passam, ficam, mas não destroem

Nada pode me destruir agora
Nem remédios, nem você
Não tinha te dito que eu era imortal?

sábado, 17 de março de 2012

Memórias futuras.

Tento escrever algo bom e acabo me perdendo nos meus dedos e memórias
Não sei se é saudade ou esperança, mas sinto em mim aqueles calafrios de sempre
Como se tudo e nada se encontrassem e se perdessem rapidamente.
O vazio sempre me preencheu.
Nunca soube o que é ou não meu.
Mas o medo de me decepcionar não me prende ao ponto
De paralisar a minha verdade ou encantar os meus saberes.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Luz no fim do túnel

O mundo fica mais vivo
Só por conta de meias palavras
Mas num breu total
Qualquer luz pode cegar

Ainda não decidi se é bom ou ruim
Então me deixo e vou levando
Como se um único sorriso seu
Suprisse uma vida de indecisões...